A EQUIPE - GAG/Phila7

RUBENS VELLOSO

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(foto de Ricardo Ferreira)

Rubens Velloso atuou e atua nas mais diversas áreas artísticas, do teatro ao cinema, passando pela música e artes-plásticas. Entre suas principais realizações para o teatro encontram-se encenações como O Círculo de Giz Caucasiano, A Alma Boa de Setsuam, Terror e Miséria no III Reich, todas de Bertold Brecht. Explorou as diversas formas do teatro de vanguarda juntamente com o diretor Joe Chaikin, do grupo americano Open Theatre. Em 2000 dirigiu a cantata cênica Carmina Burana, de Karl Orff, e Il Guarani, de Carlos Gomes, ambas no Theatro Municipal de São Paulo. Em 2002, dirigiu o espetáculo El Amor Brujo, no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande. Dirigiu o espetáculo Galileu Galilei de Bertold Brecht em abril de 2005. Convidado pelo produtor Eduardo Bonito, em 2006, dirige no Brasil o espetáculo Play on Earth em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra) e Jeffrey Tan (Cingapura). Dirigiu ainda A Verdade Relativa da Coisa em Si, e RODA. Em 2008, dirige o espetáculo What’s Wrong with the World? em parceria com Julian Maynard-Smith (Inglaterra) no Teatro OI Futuro no Rio de Janeiro, o mais recente espetáculo da Cia Phila7. Em 2009 dirige o mais recente espetáculo da Cia Phila7 – WeTudo DesEsperando Godot.

MIRELLA BRANDI

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(foto de Alice Vergueiro)

Diretora artística, curadora, artista plástica e designer de iluminação desde 1990.

Formada em artes plásticas, artes cênicas e design de luz.

Como designer de luz trabalhou em inúmeras exposições e projetos experimentais. Desenvolveu ainda, projetos de shows, óperas e peças de teatro para diversos diretores: Roberto Lage, Ulysses Cruz, Arnaldo Jabor, Gianni Ratto e Fernando Bicudo, Wolf Maia, entre outros. Vencedora do prêmio PANAMCO de iluminação.

Sócio-fundadora do GAG-Phila7, núcleo de pesquisa e desenvolvimento de projetos artísticos que unem arte e suportes digitais com a contaminação de linguagens artísticas distintas. Em 5 anos de existência o Phila7 já é objeto ou faz parte de várias teses de pós-graduação, artigos e estudos.

Estão entre os últimos projetos: a Concepção e Direção Artística do espetáculo OP1 subsidiado pelo Itaú Cultural e vencedor do panorama SESI de dança contemporânea, fez apresentações em São Paulo, Rio de Janeiro e Montreal;

Direção de Arte nos espetáculos Para Além da Fresta, Nômades e Fausto ComPacto;

Designer de Luz nos projetos Play on Earth e What´s Wrong with the World, espetáculos realizados em real time entre 3 diferentes países e do projeto Zona de Risco no CCSP.

Curadoria e direção artística do Coletivo Pocket projeto de música contemporânea e novos desdobramentos artísticos e o eXperimenta, exposição que reúne diversos artistas ligados à arte contemporanea para mostrar obras em desenvolvimento individual com resultado coletivo.

Concepção da Instação interativa NoBody.

MARISA RICCIATELLI SANT'ANA

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(foto de Alice Vergueiro)

Produtora da Cia Phila7 desde sua criação e sócia-fundadora do GAG, com larga experiência em produção, fez a direção de produção de óperas, peças, orquestras tais como Carmina Burana - Via Funchal, O Guarani e Mulheres de Verdi - Theatro Municipal de São Paulo, Nervos de Deus - SESC Pompéia. Foi coordenadora responsável pelo programa educacional Arte e Criatividade, no Instituto Pão de Açúcar de Desenvolvimento Humano. Produziu todos os espetáculos da Cia Phila7. Produziu tambem dois Cds: Villa-Lobos em Paris agraciado com o prêmio Bradesco Prime em 2007 e Agua de Fonte com Claudia Riccitelli e Nahim Marun. Desde 2008 produz, em São Paulo, o Projeto Dança em Foco – Festival Internacional de Video e Dança.

MARCOS AZEVEDO

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Marcos Azevedo, ator, diretor, dramaturgo e arte-educador. Possui licenciatura plena em Educação Artística com especialização em Artes Cênicas (Centro Artístico-Musical de Santos, CARMUS). Cursou a Escola de Arte Dramática - EAD (ECA/USP).

Concebeu “Caliban” (solo/autor e ator)., dirigido por Eduardo Bonito, e estreou no Edimburgh Festival/ Escócia no C Venues (agosto/97), seguido de uma temporada no Riverside Studios/ Londres (setembro/97) com apoio do Conselho Britânico e do Ministério da Cultura. “Caliban”recebeu críticas positivas dos jornais “THE TIMES”, “THE SCOTSMAN”, “THE STAGE” e da “BBC. O texto foi objeto de três teses acadêmicas no Brasil e E.U.A.

Entre 1994 e 2002 integrou a Cia de Ópera Seca, dirigida por Gerald Thomas, e atuou em “Deus Ex-Máquina”, “Ventriloquist”, “Nietzsche contra Wagner (NXW)”, “Nowhere Man” (Brasil e Croácia/ Festival Eurokaz), “Unglauber”, “Império das Meias Verdades”, “The Flash and Crash Days” ( Trilogia da Besta/ Portugal), “Os Reis do Iê-Iê-Iê”, “Don Juan”, “O Cão Andaluz”, “Príncipe de Copacabana” e “Tragédia Rave”.

Participou também de “MacBeth” com direção de Ulysses Cruz, “Concílio do Amor (Das Liebs Council)” com direção de Gabriel Vilella (pelo Grupo de Arte Boi Voador), “Laranja Mecânica (Clockwork Orange)” e “Woyzeck”, ambas dirigidas por Olair Coan, “Grog de Poesia” co-direção de Eduardo Bonito com Cintia Alves, “Henrique VIII” sob direção de Ana Portich, “Avalanche” (“Hurly Burly”) com direção de Ivan Sugahara e “Pátria Armada” de Leonardo Neto e Rodrigo Pitta.

Em cinema atuou em: “Carandiru” de Hector Babenco e “O Invasor” de Beto Brant. Em TV participou de” Maysa “ de Manoel Carlos e Jayme Monjardim na Rede Globo e “Valor de Troca” dirigido por Sérgio Carvalho na TV Cultura.

Atualmente está junto à Cia da Phila7, desde sua fundação em 2005, quando integrou o elenco de “Galileu Galilei” sob direção de Rubens Velloso,. É co-autor (junto com Beto Matos) do texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si” – PRÊMIO FUNARTE DE DRAMATURGIA/2005- além de atuar no espetáculo, selecionado para a Mostra Emoção Art.Ficial no Itaú Cultural .

Em 2006 participou da montagem internacional de “Play on Earth” com a Phila 7, como ator e dramaturgo, em parceria com o Station House of Opera de Londres e o TheatreWorks de Singapura. Em 2007, a inaugura o GAG (Grupo de Arte Global), sede da Cia Phila 7 onde, como diretor do Núcleo DRAMAX*, encenou seu texto inédito “FEBRE”.

Ainda com o Phila7 ,em 2008 participou como ator e dramaturgo do espetáculo on-line “What’s Wrong with the World?”, da série “Play on Earth”, entre Brasil e Inglaterra. no teatro da Oi Futuro no Rio de Janeiro. A pesquisa pioneira da Cia Phila7, no cruzamento entre arte e novas tecnologias de comunicação, reverbera em teses acadêmicas e matérias internacionais. Hoje, dramaturgo e ator de “WeTudo – Desesperando Godot”, novo projeto de pesquisa da Cia Phila7, participa do projeto “Zona de Risco” no Centro Cultural São Paulo.

Em 2009 foi convidado a escrever para a mostra “BRANDO: O Ator no Cinema” e publica seu artigo “Máquina Brando – Uma Crítica Impossível”, pela Caixa Cultural no Rio de Janeiro. Ainda este ano, também foi convidado pela direção do Shakespeare Electronic Archive do MIT (Massachusstes Insitute of Technology) para integrar o projeto Global Shakespeare. Os registros de seu “Caliban” passam a integrar os arquivos digitais de Shakespeare in Performance in Brazil.

Em 2010 estreará o longa metragem “Linha de Fuga” de Alexandre Stockler e o solo-performance “Nomad-e”, seu novo projeto cênico transdisciplinar.

BETO MATOS

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Formado em Artes Cênicas pela UNICAMP (1988/92), é integrante da Cia Phila 7 desde sua fundação em 2005, atuando e pesquisando dramaturgia. Atuou e participou da adaptação do texto de Bertolt Brecht “Galileu Galilei” (2005) na encenação dirigida por Rubens Velloso no Teatro Alpha; atuou e participou da dramaturgia brasileira em “Play on Earth” (2006), espetáculo pioneiro no uso da Internet para a criação e apresentação de uma peça teatral que uniu três elencos em três continentes simultaneamente: Phila 7 em São Paulo, Sation House Opera em New Castle (Inglaterra) e Cia Theatreworks em Cingapura. Três audiências, cada uma em sua cidade, assistindo às atuações em tempo real, formaram um quarto espaço imaginário.

Foi contemplado com o Prêmio FUNARTE de dramaturgia/2005 com o texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si”, em co-autoria com Marcos Azevedo, produzido e apresentado pela Cia Phila7 em São Paulo no evento Emoção Art.ficial no Itaú Cultural em 2006 e no Teatro Sérgio Cardoso. Também pela Cia Phila7, fez a dramaturgia do espetáculo “OP1”, projeto selecionado para o Rumos-dança do Itaú Cultural -2007 e para as viagens do SESI-dança 2007.

Em 2008, com a Cia Phila 7, participou como ator e dramaturgo do espetáculo on-line, entre Brasil e Inglaterra, “What’s Wrong with the World?”, da série “Play on Earth”, no teatro da Oi Futuro no Rio de Janeiro.

Recebeu o Prêmio estímulo de novos textos de dramaturgia de teatro – 2008 da Secretaria de Estado da Cultura de SP para escrever o texto, ainda inédito, “Para Além da Fresta”. Em 2009, com a Cia Phila7, participou do evento Zona de Risco, no Centro Cultural São Paulo com o espetáculo “WeTudo – DesEsperando Godot”, escrito em parceria com Marcos Azevedo. Atualmente trabalha no roteiro “Repente” em parceria com Rubens Velloso e Marcos Azevedo, que será dirigido por Rubens Velloso e está em pré-produção.

Trabalhou na Companhia do Latão (2002-04), com a qual montou “Auto dos Bons Tratos” e “Mercado do Gozo”, com dramaturgia coletiva da Cia. e direção de Sérgio Carvalho e Márcio Marciano.

Participou ainda, como ator, de diversas montagens teatrais em São Paulo, entre elas: “Ricardo II” (1992) com direção de Márcio Aurélio; “Péricles, Príncipe de Tiro” (1995) e “Rei Lear” (1996), ambas com direção de Ulysses Cruz; "Nostalgia" (2001) de Felipe Hirsh no Teatro Popular do SESI com a Sutil Cia de Teatro; “A Ilha de Ouro” (2001), premiado musical infantil de Simoni Boer, com direção de Gustavo Kurlat e “O Veneno do Teatro” de Rodolf Sirera com direção de Bartholomeu de Haro, que estreou na Caixa Cultural Sé, em São Paulo (2007) e fez curta temporada em maio de 2008 no teatro da Caixa em Curitiba.

Sob a direção de Luiz Villaça, participou do Longa metragem “Cristina Quer Casar” (2003), e dos curtas “Anya” de João Paulo Rezek e “Olhos de Fuligem” de Denise Vieira Pinto. Em TV atuou nos programas “Retrato Falado”, “Fazendo História” e “Álbum de Casamento”, todos na TV Globo. Seu último trabalho em TV foi na mini-série “Maysa” de Manoel Carlos, com direção de Jayme Monjardim, em 2009.