BETO MATOS

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Formado em Artes Cênicas pela UNICAMP (1988/92), é integrante da Cia Phila 7 desde sua fundação em 2005, atuando e pesquisando dramaturgia. Atuou e participou da adaptação do texto de Bertolt Brecht “Galileu Galilei” (2005) na encenação dirigida por Rubens Velloso no Teatro Alpha; atuou e participou da dramaturgia brasileira em “Play on Earth” (2006), espetáculo pioneiro no uso da Internet para a criação e apresentação de uma peça teatral que uniu três elencos em três continentes simultaneamente: Phila 7 em São Paulo, Sation House Opera em New Castle (Inglaterra) e Cia Theatreworks em Cingapura. Três audiências, cada uma em sua cidade, assistindo às atuações em tempo real, formaram um quarto espaço imaginário.

Foi contemplado com o Prêmio FUNARTE de dramaturgia/2005 com o texto “A Verdade Relativa da Coisa em Si”, em co-autoria com Marcos Azevedo, produzido e apresentado pela Cia Phila7 em São Paulo no evento Emoção Art.ficial no Itaú Cultural em 2006 e no Teatro Sérgio Cardoso. Também pela Cia Phila7, fez a dramaturgia do espetáculo “OP1”, projeto selecionado para o Rumos-dança do Itaú Cultural -2007 e para as viagens do SESI-dança 2007.

Em 2008, com a Cia Phila 7, participou como ator e dramaturgo do espetáculo on-line, entre Brasil e Inglaterra, “What’s Wrong with the World?”, da série “Play on Earth”, no teatro da Oi Futuro no Rio de Janeiro.

Recebeu o Prêmio estímulo de novos textos de dramaturgia de teatro – 2008 da Secretaria de Estado da Cultura de SP para escrever o texto, ainda inédito, “Para Além da Fresta”. Em 2009, com a Cia Phila7, participou do evento Zona de Risco, no Centro Cultural São Paulo com o espetáculo “WeTudo – DesEsperando Godot”, escrito em parceria com Marcos Azevedo. Atualmente trabalha no roteiro “Repente” em parceria com Rubens Velloso e Marcos Azevedo, que será dirigido por Rubens Velloso e está em pré-produção.

Trabalhou na Companhia do Latão (2002-04), com a qual montou “Auto dos Bons Tratos” e “Mercado do Gozo”, com dramaturgia coletiva da Cia. e direção de Sérgio Carvalho e Márcio Marciano.

Participou ainda, como ator, de diversas montagens teatrais em São Paulo, entre elas: “Ricardo II” (1992) com direção de Márcio Aurélio; “Péricles, Príncipe de Tiro” (1995) e “Rei Lear” (1996), ambas com direção de Ulysses Cruz; "Nostalgia" (2001) de Felipe Hirsh no Teatro Popular do SESI com a Sutil Cia de Teatro; “A Ilha de Ouro” (2001), premiado musical infantil de Simoni Boer, com direção de Gustavo Kurlat e “O Veneno do Teatro” de Rodolf Sirera com direção de Bartholomeu de Haro, que estreou na Caixa Cultural Sé, em São Paulo (2007) e fez curta temporada em maio de 2008 no teatro da Caixa em Curitiba.

Sob a direção de Luiz Villaça, participou do Longa metragem “Cristina Quer Casar” (2003), e dos curtas “Anya” de João Paulo Rezek e “Olhos de Fuligem” de Denise Vieira Pinto. Em TV atuou nos programas “Retrato Falado”, “Fazendo História” e “Álbum de Casamento”, todos na TV Globo. Seu último trabalho em TV foi na mini-série “Maysa” de Manoel Carlos, com direção de Jayme Monjardim, em 2009.

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