"Os processos são os devires, e estes não se julgam pelo resultado que os findaria, mas pela qualidade de seus cursos e pela potência de sua continuação." Deleuze
“Liberdade para experimentar é condição para que a arte, seja ela qual for, se renove. Só a possibilidade de errar muito leva ao grande acerto e sem dúvida o risco é qualidade intrínseca a esse teatro virtual, de estética ainda sem definição, aberta a discussões...” Beth Néspoli na matéria “Ousadia que pode levar à renovação” publicada no Caderno 2 do Estado de São Paulo em 2 de maio de 2009.
Na caverna não tem mais sombra. É só imagem projetada. Olhar pra frente e pra trás não constrói mais o mito. Tudo se transforma em algum tipo de realidade multifacetada, expandida. Flash and blood dissolvidos cobrem o vale com pó de estrelas. Carbono e silício.
Neste mundo o carnal e o binário se mesclam gerando outros códigos para as subjetividades. É necessário, então que a arte reinvente os sentidos que iluminem os parâmetros deste novo olhar, mesmo que ainda com luz trêmula. Outra Ética/Estética.
A partir de junho a Cia Phila7 transforma o GAG num espaço heterotópico com seu novo espetáculo: Wetudo – DesEsperando Godot.